Arquivo para Veja

CAPA DA “TIME”

Posted in ANATOMIA with tags , , , , , on 6 de agosto de 2010 by RoAnDin

A revista americana Time da semana passada estampou na capa Aisha, uma afegã que teve  as orelhas e o nariz cortados pelo Talibã. Como pode ver, não é só a Veja que apela de vez em quando. Segundo a revista o objetivo é mostrar o sofrimento das mulheres nesse pais. Infelizmente Aisha é mais uma das muitas mulheres que têm a face mutilada no Afeganistão.

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OS DENTES E O CORAÇÃO

Posted in PERIODONTIA with tags , , on 6 de julho de 2010 by RoAnDin

Quem cuida dos dentes tem menos chance de ter problemas do coração. A notícia não é tão recente, mas acabei esquecendo nos rascunhos, achando somente agora. Então vai mesmo assim com atraso.

Para ler mais vá ao site.

SOFISTICAÇÃO AO EXTREMO

Posted in OUTROS with tags , , on 25 de janeiro de 2010 by RoAnDin

Que o sobrenome Fasano é sinônimo de bom gosto e sofisticação no Brasil, não é novidade para ninguém. Em entrevista a revista VEJA  de 6 de Janeiro, Rogério Fasano deu esta resposta a uma das perguntas.

Cozinha para banguelos...

Quando uma culinária deixa de ser clássica para ficar velha?
É uma linha tênue. E não foi o caso do Ca’d’Oro: ele não fechou porque a culinária envelheceu, mas porque foi engolido pela dinâmica da cidade e acabou ficando no lugar errado. Aliás, o mesmo ocorreu com o meu avô – nos anos 50, ele concentrou todos os negócios no centro paulistano, uma área que entrou em decadência no fim da década de 60. Para uma culinária se manter clássica sem ficar velha, é preciso que o preparo de certos clássicos seja atualizado. Nós mudamos a maneira como fazíamos os nossos risotos, por exemplo. Hoje, eles praticamente não levam manteiga nem parmesão. São servidos mais molhados, estão mais delicados. Continuamos dentro do clássico, mas de uma forma mais contemporânea. Agora, se um dia eu tiver de fazer espumas, como aqueles europeus, vou me sentir um derrotado.

O senhor se refere à “cozinha molecular”.
Cozinha para banguelas, como diz o
(escritor e colunista de VEJA) Diogo Mainardi. Mas nós ainda temos dentes! Eu costumo comparar esse assunto ao rock: você tem um David Bowie, um Talking Heads, que seriam os equivalentes à cozinha clássica. Aí aparece a música eletrônica, que eu comparo às espumas, e as melodias com letras passam a ser consideradas antigas, tolas. Mas chega um Radiohead, e o que ele faz? Faz uma música que consegue ser um rock clássico, com letra, só que mais atual e moderno do que o que era feito nos anos 80. Ou seja, assim como a música eletrônica não tem futuro, as espumas vão desaparecer sem deixar vestígios – ou saudade.

Para conferia a entrevista na íntegra, clik aqui