Arquivo para Folha de S.Paulo

TOP TOP TOP

Posted in CURIOSIDADES with tags , , , on 11 de novembro de 2010 by RoAnDin

 

 

20 anos de Top Of Mind

 

Este ano quando a Folha de S.Paulo divulgou o Top Of Mind, estava lá a velha Kolynos ainda sendo lembrada  pelos brasileiros. Isso é que é ser forte. 11% para quem está fora do mercado há tanto tempo é uma quantia significativa.

 

Eu ainda lembro...

 


PIADINHA DO JOSÉ SIMÃO

Posted in OUTROS with tags , , , , on 26 de abril de 2010 by RoAnDin

Piadinha infame do José Simão na Folha de S. Paulo na semana passada. Mas vale dar umas risadas. Ele sempre muito maldoso [Mas quem não é], mesmo assim eu gosto muito dele.

“E se Tiradentes, em vez de dentista, fosse proctologista, qual seria seu apelido?”

PARABÉNS PRA BRASÍLIA…

Posted in OUTROS with tags , , , , , on 21 de abril de 2010 by RoAnDin

Charge de ontem na Folha de S. Paulo. Homenagem do Benett ao aniversário de Brasília. Muito bom o Congresso entre os dentes… O resto cada um interpreta como queira…

50 anos da Ilha da Fantasia

QUANDO O APARELHO NÃO RESOLVE

Posted in ORTODONTIA with tags , on 16 de abril de 2010 by RoAnDin

O Caderno Saúde da Folha de S. Paulo de hoje traz uma matéria sobre as queixas contra os tratamentos ortodônticos que são realizados de forma não satisfatória. Lamentável!

Leia a reportagem completa no site do jornal.

Ana Paula usou aparelho e não obteve resultados

Fonte: Folha de S.Paulo

MAIS NOTÍCIA SOBRE O TRATAMENTO DO RONCO

Posted in ORTODONTIA with tags , , , on 15 de abril de 2010 by RoAnDin

Aparelho intraoral pode ser novo aliado contra o ronco

Dos onze pacientes avaliados por brasileira, oito se livraram do problema

MARIANA VERSOLATO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Um aparelho intraoral que facilita a passagem do ar e deve ser usado durante o sono é mais uma esperança no combate ao ronco. Patenteado com o nome de “No Snore”, ele foi desenvolvido há oito anos por Cynthia Gomes Ribeiro, professora de odontologia da Universidade Federal de Alagoas.
Neste ano, ela avaliou o uso do aparelho por 11 pacientes com síndrome da apneia obstrutiva do sono para sua tese de doutorado, defendida na Faculdade de Odontologia de Piracicaba, da Unicamp.
Esse distúrbio, que atinge cerca de 5% da população, abrange sintomas como ronco, paradas respiratórias durante o sono, sonolência diurna excessiva, diminuição da concentração e do aprendizado, entre outros. Segundo a ortodontista, trata-se de uma doença progressiva que pode levar ainda a arritmias cardíacas, infarto e favorecer a instalação da hipertensão e do diabetes.

Menos sintomas
Dos 11 participantes, dez tinham episódios excessivos de sono durante o dia e utilizaram o aparelho intraoral por três meses consecutivos. Em oito, os sintomas desapareceram, enquanto dois tiveram redução da sonolência diurna. A comprovação ocorreu por meio de testes de vigília com eletrodos.
Segundo a pesquisadora, o aparelho promove o avanço da mandíbula de forma progressiva e permite uma pequena abertura da boca. “Ele também é confortável, o que aumenta a adesão ao tratamento, e não sai da boca durante o sono”, diz.
A apneia obstrutiva do sono pode ser tratada com cirurgia (para aumentar o espaço da faringe e melhorar a passagem de ar ou para promover o avanço da mandíbula), com uso de máscara nasal e com aparelhos intraorais, como o “No Snore”.
Os pacientes interessados em tratar o ronco ou a apneia obstrutiva do sono deverão passar por um ortodontista e realizar uma série de exames, de acordo com Ribeiro. Se comprovada a indicação de uso do “No Snore”, um profissional qualificado poderá fabricar o aparelho, disponível nos consultórios de especialistas com treinamento para tratar esse tipo de distúrbio, e adaptá-lo à cavidade oral do paciente.

Fonte: Folha de S. Paulo – 12-04-10

CÂNCER DE BOCA

Posted in OUTROS with tags , , on 6 de novembro de 2009 by RoAnDin

Câncer de boca

JULIO ABRAMCZYK COLUNISTA DA FOLHA

Pelo sétimo ano consecutivo, o Crosp (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo) promove campanha para prevenção e detecção precoce do câncer de boca. Haverá a participação de 32 postos, situados nas estações do metrô Artur Alvim, Brigadeiro, Capão Redondo, Itaquera e São Bento, em Unidades Básicas da Saúde e CEOs (Centros de Especialidades Odontológicas) da Secretaria Municipal da Saúde. Os portadores de lesões suspeitas na cavidade oral serão encaminhados para realizar biópsia e exame anatomopatológico. A lesão mais frequentemente observada na boca, segundo o dentista Emil Adib Razuk, presidente do Crosp, é o carcinoma espinocelular que, no Brasil, em relação ao total de casos de câncer, está em 5º lugar entre os homens e em 9º entre as mulheres. A campanha tem por finalidade alertar a população para esse grave problema de saúde que, quando não leva à morte, mutila seu portador, explica Razuk.

Fonte: Folha de S. Paulo – 01/11/09

SALIVA NÃO SERVE

Posted in OUTROS with tags , , on 3 de novembro de 2009 by RoAnDin

Governo alerta sobre teste de saliva para Aids Ministério da Saúde diz que esse exame não deve ser usado para diagnóstico pois seus resultados não são conclusivos

Material tem sido usado por ONGs; empresa que doou os kits diz que eles servem para fazer triagem antes do teste oficial para diagnóstico

RICARDO WESTIN
DA REPORTAGEM LOCAL

Em resposta às ONGs (organizações não-governamentais) que oferecem o teste rápido de saliva para detectar o vírus da Aids, o Ministério da Saúde emitiu um comunicado em que recomenda que esse exame não seja utilizado “neste momento com finalidade de diagnóstico”.
O alerta, enviado às secretarias de Saúde dos Estados e municípios, fez-se necessário porque o teste de saliva, apesar de ter registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ainda não foi aprovado para integrar os protocolos brasileiros de detecção do vírus HIV.
Isso significa que a aplicação do teste de saliva não é ilegal. Seus resultados -que saem em 20 minutos-, porém, não são conclusivos. “Se der positivo, a pessoa só terá o diagnóstico definitivo após refazer o exame [de sangue] com o algoritmo oficial”, diz a diretora do Programa Nacional de Aids, Mariângela Simão.
Os protocolos oficiais, que valem para a rede pública e laboratórios particulares, exigem que o sangue de uma pessoa seja avaliado ao menos duas vezes, com técnicas diferentes e aprovadas pelo ministério.
As ONGs que oferecem o exame de saliva OraQuick, de origem americana, ficam em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Os testes -cerca de 10 mil- foram doados pelas empresas Bioeasy e Interamerica, responsáveis pela marca no Brasil.
Vinícius Pereira, dono da Bioeasy, diz que o intuito do teste de saliva “não é diagnosticar o HIV”: “É fazer uma triagem da população testada e conscientizá-la da importância de realizar o exame. Se der positivo, o paciente será encaminhado a um posto médico para fechar o diagnóstico”.
Ele admite que a doação de testes a ONGs tem fins de publicidade. “O pessoal tem que conhecer, perceber que saliva é mais interessante que sangue.”
O Fórum das ONGs/Aids de São Paulo distribuiu um alerta em que pede às ONGs do Estado que “não incorporem os testes rápidos por meio de saliva como diagnóstico” e lembra que são necessários “profissionais treinados” e “aconselhamento pré e pós-teste”.
Na avaliação do Ministério da Saúde e de militantes da área de saúde, a Bioeasy e a Interamerica esperam ganhar o apoio das ONGs para pressionar o governo a incluir o teste de saliva nos protocolos oficiais.
A ONG Grupo Pela Vidda, de São Paulo, recusou os exames oferecidos. “Não se pode forçar a introdução de um novo teste pela porta dos fundos”, diz Mário Scheffer, da ONG.
Pereira, da Bioeasy, afirma que não faz sentido o OraQuick ter a aprovação da Anvisa, mas não a do Ministério da Saúde. “Parece que o ministério está duvidando [da Anvisa].”
No Brasil já há testes rápidos de HIV, mas são feitos com sangue. Cada exame custa cerca de R$ 6. O de saliva, R$ 60.

Fonte: Folha de S. Paulo – 02/11/09